Alguns meses depois, chegam ecos deste
“Baloiço”, desta feita acompanhados por correio eletrónico, são notícias da
receção do “Baloiço”, via caixa dos correios. Há quem responda de imediato e há
também quem guarde as palavras para ocasião mais propícia. E, evidentemente, há quem
não responda ou agradeça o gesto. Estão no seu direito.
Um
objeto literário desta natureza só estará completo quando cada leitor/observador
decidir abraçá-lo e contar o que consumou
de experienciar…nem que seja apenas pelo toque ou contacto e, mesmo assim, expressá-lo
por via da fotografia.
PS. A imagem é
do Vel.