sexta-feira, 18 de março de 2022
terça-feira, 15 de março de 2022
segunda-feira, 14 de março de 2022
"Esmeraldas" de Jorge Sousa Braga
serão as esmeraldas
a memória?
domingo, 13 de março de 2022
PDL 2027: Na Lista Final...
in Publico, 12 de Março de 2022.
sexta-feira, 11 de março de 2022
...
fechar as janelas
aplacar os barcos
recolher os víveres
semear a sorte
acender o fogo
esperar a ceia
abre as portas: lê a luz
a sombra, a arte do passarinheiro
com três paus
fazes uma canoa
com quatro tens um verso
deixar o tempo fazer o resto
Ana Paula Inácio, in Vago Pressentimento de Azul, Quasi Edições, Setembro de 2000.
quinta-feira, 10 de março de 2022
quarta-feira, 9 de março de 2022
Do Amor
terça-feira, 8 de março de 2022
Sonia Delaunay: O Sol do Século!
Sonia Delaunay, com o nome de baptismo Sarah Stern, era natural de Gradizhsk, na Ucrânia. Foi pintora, figurinista, designer e tinha trinta anos quando chegou a Vila do Conde, para viver entre 1915 e 1917, e, assim, escapar à primeira grande guerra. Esta habitou na cidade costeira portuguesa com o seu marido, Robert Delaunay, e o seu filho, Charles Delaunay, este último viria a tornar-se uma figura de proa do jazz francês e do seu Hot Club de France.
Da Vibração de uma Cidade...
Há anos que uso a mesma frase quando me abasteço de jornais e revistas, sobretudo ao fim-de-semana ou em férias: "Se a imprensa acabar, a culpa não foi minha". Bem sei que dizer "imprensa" é limitativo, que há imprensa não-escrita, jornais digitais. Bem sei. Mas eu pertenço à última geração para quem comprar jornais em papel, e ler jornais, ficar a ler os jornais durante um bom tempo, é uma evidência e uma necessidade. Ler jornais, para mim, é uma actividade urbana, indestrinçável dos cafés e esplanadas, dos encontros e das conversas, do bulício, da vibração de uma cidade."
Pedro Mexia in Quiosques, Revista Expressso, 4 de Março de 2022.
Os FIlhos da Madrugada: Constança Freire e Sousa
"Votar pela primeira vez foi maravilhoso! A sensação era a de que agora era crescida e tinha uma responsabilidade. Como qualquer forma de liberdade, seja de expressão ou outra, vem um sentido de responsabilidade. Faço a minha minicampanha nas minhas minirredes sociais, que têm um impacto ridículo (são os meus amigos e são pessoas que estão espalhadas pelo mundo). Empenho-me. Apelando ao voto. Não é um direito, votar é um dever. Custou tanto a ganhar. Foi tão difícil chegarmos ao ponto ao qual chegámos, desde a ditadura e o 25 de Abril...Até o facto de eu ser mulher, não ser a cabeça do casal, ou a cabeça de uma família..."
in OS Filhos da Madrugada, Anabela Mota Ribeiro, Temas e Debates e Círculo de Leitores, Novembro de 2021.
segunda-feira, 7 de março de 2022
"Nirvana" de Antero de Quental
Sem amor, sem anseios, sem carinhos,
Livre de angústias e felicidades,
Deixando pelo chão rosas e espinhos;
Poder andar por todos os caminhos;
Indiferente ao bem e às falsidades,
Confundindo chacais e passarinhos;
Tudo que em torno se vê, nela espalhado;
A vida olhar como através de um sonho;
Onde agora me encontro - é ter chegado
Aos extremos da Paz e da Ventura!