Mostrar mensagens com a etiqueta A FALTA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A FALTA. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 18 de junho de 2021

FALTA#3: À VOLTA DA TIPOGRAFIA

 Quando se terá dado a origem da tipografia? Os factos apontam para uma história longeva carregada de pergaminhos que importa reportar. A FALTA está, assim, carregada de diferentes cambiantes e distintos itinerários rumo à sua compilação e respetivo produto final. Agora é tempo de agregar os vários registos e consentir a sua reunião. Dentro em breve estará pronta para folhear, manusear e pressentir os odores de tinta que foram secando e aglutinando as cores e as múltiplas formas incorporados no seu desenho final. A FALTA está com cara de querer ser vista? Cremos que sim, e junte-se, então, a capa e o miolo e para que o seu corpo ganhe forma e vá à procura dos seus leitores, que encontre o rumo desejado. Os dedos espreitarão a novidade e o sabor da curiosidade a cada página vista e folheada!  

quinta-feira, 10 de junho de 2021

FALTA/FALSO#3: Mattia Zoppellaro

           O FALSO desta FALTA remete de imediato para mentira, engano, trapaça, ficção, logro entre outras tantas "iguarias" de uso doméstico ou mesmo universal. Neste mundo de propagação lesta das Fake News e da inevitabilidade da “Pós Verdade”, são de facto muitas e diversificadas as fracturas expostas de formas contemporâneas de falsidades e fingimentos. Convenhamos, por isso, que estamos, há muito, habituados a ser confundidos, enganados, expostos a cópias, simulacros, daquilo que denominamos por realidade, isto é, somos levados pela corrente deste tempo acelerado, já para não falar de outras mentiras de que tão pouco temos conhecimento. Neste número 3 há uma entrevista ao fotógrafo italiano, Mattia Zoppellaro, que diz a determinado momento: “A razão principal que me leva a fotografar é a curiosidade. Eu não faço fotografias para comunicar, mas para conhecer a realidade.” Será esse o leit motiv desta FALTA, manter o espírito vivo da curiosidade e, se possível, apreender e conhecer a realidade que nos circunda? 

terça-feira, 8 de junho de 2021

A FALTA em Marcha!

  •       O tema do FALSO enche as páginas da próxima edição da FALTA, tal como antes foram os temas da FALTA, da FALHA e da FOLIA. São três dezenas de participantes das mais diferentes áreas artísticas oriundos de diversas geografias e latitudes. Após os habituais trabalhos oficinais, a FALTA tem vindo a ganhar capa, cor e forma e, por isso, estaremos novamente em vias de apresentá-la muito em breve, desta vez junto à árvore do Jardim António Borges, a Ficus Macrophylla. Para abrilhantar a sessão de apresentação deste número 3, está já confirmada a presença do músico furnense: Romeu Bairos! A FALTA#3 é também acompanhada pela FALTINHA, o suplemento dedicado aos mais novos!

sexta-feira, 16 de abril de 2021

"Para os Açores ou para o Inferno"

      "Regressada a paz aos oceanos, Knud sente a necessidade de voltar a velejar para recolher material para a sua escrita e traça um objetivo: Açores. Finalmente chegara a hora de visitar as “ilhas abençoadas e temíveis”. Sonda marinheiros que vai encontrando para saber mais sobre o arquipélago, mas não consegue mais do que histórias ouvidas e recontadas. Toda a viagem é preparada a partir das informações que recolhe nas bibliotecas e enciclopédias. Toma notas sobre tudo o que lê: história, cultura, clima, geografia e geologia. Procura um veleiro e a escolha recai sobre o Sejleren, mais uma vez um velho pesqueiro sueco de onze metros. Os planos revelam-se difíceis, o núcleo familiar alargara-se e a guerra consumira recursos. Os preparativos e os custos da equipagem exigem agilidades financeiras, mas não terá sido difícil convencer a família Andersen, toda ela contagiada pela folia do mar e cansada das insanidades e provações da guerra. Um revés de última hora ameaça a viagem, as autoridades consulares portuguesas negam os vistos de entrada e, perante a insistência de Knud, ameaçam mesmo com a detenção ao primeiro desembarque em porto nacional. O escritor não se deixa abalar, embarca a família no Sejleren juntamente com livros, instrumentos musicais e jogos. Escreve a primeira entrada no diário de bordo: “Para os Açores ou para o Inferno! Dia 16 de abril de 1947, 12:00 horas”. Está dado o mote de partida. Knud tinha então 57 anos e esta seria a sua última grande viagem oceânica."

in "A Folia do Mar" de Elísio Marques e ilustração de André Chiote, in Revista FALTA nº2.

domingo, 16 de junho de 2019

terça-feira, 29 de maio de 2018

domingo, 29 de abril de 2018