![]() |
| Fotografia de Carlos Olyveira |
terça-feira, 15 de maio de 2018
segunda-feira, 14 de maio de 2018
quinta-feira, 10 de maio de 2018
quarta-feira, 9 de maio de 2018
Quando John Wayne Visitou o Teatro Micaelense
Quando John Wayne visitou o Teatro Micaelense
ainda não era um corpo em manifesto
malgrado fosses secreta e talvez remota
e nem por sombra ou cupidez
ousaram nomear-te Havai do Atlântico
ainda não era um corpo em manifesto
malgrado fosses secreta e talvez remota
e nem por sombra ou cupidez
ousaram nomear-te Havai do Atlântico
Gli Italiani...
“Os italianos têm séculos e séculos de uma
cultura, e de um olhar treinado para o belo e para o luxo. É uma questão de
envolvência, saem à rua, nem dão por isso, mas estão permanentemente a ser
impregnados pela herança cultural e pela beleza. Para mais, têm uma capacidade
produtiva e inventiva extraordinária, que se estende a tudo. No campo do
design, sobretudo, aquilo sai-lhes melhor.”
António
Mega Ferreira,
in Revista Ler, Maio de 2018
sábado, 5 de maio de 2018
quinta-feira, 3 de maio de 2018
terça-feira, 1 de maio de 2018
domingo, 29 de abril de 2018
segunda-feira, 23 de abril de 2018
terça-feira, 17 de abril de 2018
Da Arte
“Eu
diria que a arte é, em primeiro lugar, não sobre o mundo mas sobre o sujeito
que a produz. A arte é um modo através do qual o sujeito pratica o desenho da
sua própria aparência do mundo. A arte
manifesta não o modo como eu vejo o mundo, mas o modo como quero que o mundo me
veja a mim. Regra geral, a imagem que apresentamos ao mundo não nos agrada
– por isso tentamos mudá-la por meio da filosofia, da política e da arte. E, ao
mudarmos a nossa imagem da sua prática, a arte transforma o mundo no qual
acontece. A arquitectura, por exemplo: independentemente de gostarmos dela ou
não, temos de viver dentro dela. A arquitectura define o nosso modo – isso pode
ser dito de todas as formas de design. Mas também somos formados pelos filmes
que vemos, os livros que lemos, etc. Nada disso é feito pela natureza – nem por
nós, enquanto leitores ou espectadores. E a nossa relação com toda esta arte
não é uma relação externa, estética. Não temos a liberdade da distância
estética e do juízo estético. Vivemos dentro da arte e somos formados por ela.
Por isso é uma pergunta legítima: como é que este processo formativo acontece?
E é precisamente uma questão da poética, não da estética.”
Boris Groys numa entrevista a António
Guerreiro, revista Electra, Março de 2018
Subscrever:
Mensagens (Atom)







