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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
domingo, 27 de outubro de 2013
O Dia Perfeito...
"Oh, it's such a perfect day/I'm glad I spent it with you/Oh, such a perfect day/You just keep me hanging on/you just keep me hanging on."
Lou Reed
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Saraband
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| Liv Ullmann e Julia Dufvenius |
Karin: Porque não posso viver um amor como o da minha mãe?
Marianne: Não tiveste medo que o teu pai se suicidasse
depois da morte dela?
Karin: Não pensei muito na tragédia dele. Mas tentei cuidar
da mamã o máximo que ela me deixou. A mamã nunca foi muito faladora. Mas num
dos seus últimos dias, costumava dormir com morfina...quando estava junto dela,
ela olhou para mim e disse muito claramente: "Sabes que te amo. Sabes que
te amo, Karin". A minha mãe nunca usava esse tipo de linguagem. Uma vez o
papá disse na brincadeira, isto já foi há muito tempo, "A Anna nunca diz
"amo-te" mas está sempre a realizar actos de amor".
´
in "Saraband", de Ingmar Bergman (2003)
sábado, 20 de julho de 2013
Curiosidade
“A cura para o tédio é
a curiosidade. Não há cura para a curiosidade.”
Dorothy Parker (1893-1967)
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Vitalizar as sombras
"A vida é um caminho de sombras e de luzes. O importante é que se saiba vitalizar as sombras e aproveitas as luzes."
Henri Bergson (1859-1941) filósofo francês.
O Pianista
quarta-feira, 17 de julho de 2013
A carência
“Aprendi muito cedo
que se está nesta busca permanente do que não se tem”
Dulce Maria Cardoso
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Ofício de Viver
domingo, 7 de julho de 2013
O primeiro voo no céu dos Açores
"Tempos houve
em que a fábrica da Sé mantinha cónegos, arcediagos, chantres, arciprestes e
beneficiados, vendo-se o vasto caldeirado totalmente ocupado pelo Cabido, a dar
luzimento aos esplendorosos cerimoniais litúrgicos.
A completar
tão faustoso conjunto de dignidades eclesiásticas, havia ainda os meninos do
coro, rapazes que envergando largas saias encarnadas e brancas sobrepelizes,
cantavam no coro e ajudavam à missa.
Conta-nos o
Pe. Jerónimo Emiliano de Andrade, na sua Topografia da Ilha Terceira, um
interessante episódio passado no século IX, tendo como protagonista um dos
aludidos meninos, que embora de compleição franzina, se destacava entre os
demais, a criar situações contraditórias com a compostura requerida e imposta
pelos preceitos religiosos.
Foi assim que, encontrando-se a
Sé entre obras, com andaime armado até ao cimo das torres, o menino depois de
cometer mais umas das suas traquinices, fugiu perseguido por um operário,
atingindo os andaimes cimeiros.
E
como nesse dia soprasse rijo o “carpinteiro”, a causar estragos de monta – carpinteiro que levaria alguém a
dizer, com muita piada, ser a exportação de ciclones uma das maiores riquezas
dos Açores – arrastou o menino de pouca carne e leve ossatura, enfunado nas
largas saias.
Um clamor de terror terá
perpassado por quantos assistiram a tão horripilante vôo.
Mas volvido
pouco tempo dissipavam-se as mais tenebrosas conjecturas com o aparecimento do
imprevidente e forçado argonauta, ileso no telhado do Convento da Esperança.
Mais uma vez
ficaria comprovado o velho ditado: “Ao menino e ao borracho, põe Deus a mão por
baixo…”
in o
“Filósofos da Rua”, de Augusto
Gomes, pág.140, editado por Jaime Cruz, a impressão ficou concluída nas
Sanjoaninas de 1984, com uma tiragem de 1500 exemplares.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Mercado do Duque por Augusto Gomes
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| Augusto Gomes |
"Mercado Duque de Bragança, que a
nossa gente chama simplesmente de Praça, antiga cerca do Convento da Esperança,
possui três entradas, a saber: pela Rua da Sé, prolongamento da rua de Jesus;
pela rua da Esperança, junto do Teatro Angrense e ao norte pela rua do Rego,
tornando-se assim facilmente praticável o seu acesso aos utentes vindos de
todos os lados da cidade.
Antigamente, tal como hoje, era
este mercado fechado, com a diferença que no lugar das actuais portas existiam
cinco imponentes pórticos encimados pelas armas da cidade, existindo junto dos
pórticos fronteiros à rua da Esperança, um chafariz.
O centro do recinto era
ornamentado por frondosas árvores, podendo-se ver, amarrados aos troncos,
vários cães de fila (cruzamento do pastor alemão com o bulldog inglês), de cujo
pormenor anatómico, iria originar a alcunha picaresca de “rabos tortos”, com que ficariam conhecidos os terceirenses.
Com a extinção do mercado do
peixe (casa do peixe), situado junto à Prainha, passou a efectuar-se a venda
deste produto na parte oeste deste mercado.
Presentemente, além da carne, do
peixe, dos produtos hortícolas e frutíferos, existem barracas que vendem pão,
leite e mercearias, vestuário, e utilidades domésticas."
n o “Filósofos da Rua” de Augusto Gomes, pág.138, editado por Jaime Cruz, a impressão fica
concluída nas Sanjoaninas de 1984, com uma tiragem de 1500 exemplares.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Será verdade?
"Pensem que as palavras a que não se segue nenhuma consequência são ditas para nada."
Demóstenes (-334/-322), político e orador da Grécia Antiga.
domingo, 30 de junho de 2013
Vinho Lilás
"When I think more than I want think
Do things that never should do
I drink much more than I want drink
Because that brings me back you"
Lilac Wine, refrão da letra de J. Shelton, originalmente cantada por Elkie Brooks,
depois por Nina Simone e Jeff Buckley.
sábado, 22 de junho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
A beleza e a perfeição
“Tudo o que é belo e perfeito é apenas determinado pelo seu
significado para a nossa vida emocional, não necessitando de nos sobreviver.”
Freud
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Crescimento Económico
"O crescimento económico pode um dia transformar-se numa maldição em vez de um bem"
Hannah Arendt
(1906-1975)
quinta-feira, 16 de maio de 2013
A Insustentável Leveza do Ser
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Jazz na Ilha Terceira
“A década de 40 marcou a verdadeira eclosão do Jazz na Terceira, que pela primeira vez se fez ouvir ao vivo através de orquestras militares, inglesas e de espectáculos realizados na base das Lajes por Glenn Miller, Frank Sinatra e Stan Kenton, ao mesmo tempo que chegava pela rádio em filmes pontuados pelas grandes orquestras de Swing. Foi neste período que a distribuição discográfica ganhou reais contornos em Angra do Heroísmo, cidade onde se formou a célebre Olmmar Band”
In Jazz na Terceira, 80 anos de História, por João Moreira dos Santos e António Rubio, pp.31.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Conhecer as pessoas que o vivem...
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| Pinha Bausch (www.pinterest.com) |
"O mais importante é
conhecer as pessoas que o vivem. É preciso tempo. O mais fácil é estar com
alguém que nos possa levar a ver o que está fora dos circuitos turísticos. O
mais importante é deixarmos que essas pessoas nos façam descobrir o que para
elas é bonito ou difícil de ver. É através delas que chegamos às coisas
verdadeiras, às coisas de todos os dias. Por mais bonito que seja, um monumento
construído há muito tempo não me diz muito sobre os que hoje passam por ele ou
o visitam."
Pina Bausch
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