Rever un impossible rêve
segunda-feira, 18 de dezembro de 2023
domingo, 10 de dezembro de 2023
sábado, 9 de dezembro de 2023
segunda-feira, 4 de dezembro de 2023
sábado, 2 de dezembro de 2023
terça-feira, 28 de novembro de 2023
1 de Dezembro no Corvo
Oh Dear Shane MacGowan!
Este blogue celebrou os 60 anos de idade do cantor irlandês, Shane MacGowan, evocando o concerto realizado no dia 15 de janeiro, em 2018, no
National Concert Hall, em Dublin, na Irlanda. À altura, o momento épico deu-se quando,
conjuntamente com o australiano Nick Cave, sentado numa cadeira de rodas e com um
copo de tinto na mão, cantou "Summer in Siam" para uma audiência em
delírio que, perante a vulnerabilidade do seu ídolo, celebrava a sua longeva idade cantando em uníssono.
Na manhã de ontem, um amigo que me
acompanhou a um concerto no Porto dos Pogues, nos idos anos 90, enviou-me uma
imagem de Shane na cama do hospital, enfermo e a definhar, e em que não consegui
outra reação senão a mágoa, uma profunda tristeza e a nostalgia de um outro tempo que não volta mais.
Por esse motivo, nada melhor do que ouvir o tema Fairytale of New York, uma canção a condizer com a quadra actual e onde se ouve, logo a abrir, o enleio e a jovial voz deste cantor de mão cheia. Thank you, dear Shane!!!
Por esse motivo, nada melhor do que ouvir o tema Fairytale of New York, uma canção a condizer com a quadra actual e onde se ouve, logo a abrir, o enleio e a jovial voz deste cantor de mão cheia. Thank you, dear Shane!!!
domingo, 26 de novembro de 2023
quarta-feira, 22 de novembro de 2023
terça-feira, 21 de novembro de 2023
Pelo Livro, Sempre!
“Ao chegarmos ao fim do ano de
2023, continuamos a constatar que nos Açores grande parte da população não lê,
e, simultaneamente, verificamos que, por insuficiência pedagógica, com a
introdução da digitalização dos manuais escolares, ou devido à acção de diversos
tipos de captação e entretenimento, o livro esse alicerce maior da nossa
cultura e da liberdade, corre sérios riscos de subalternização, ou pior, de ser
olhado como objecto cultural ultrapassado e supérfluo.
Conhecedor e consciente desta situação, entendo como dramático, a falta de sensibilidade e o total desinvestimento nesta área por parte dos decisores políticos. Continuamos a constatar que grande parte dos açorianos nunca usufruíram do prazer da leitura, nunca tocaram, ou folhearam um livro novo que se dispõe a ser lido e a retribuir generosamente o fascínio ao seu leitor.
Para a sua concretização, torna-se fundamental criar hábitos de leitura. Quer fazendo chegar o livro a todos os lugares onde residem os seus potencias leitores, quer desenvolvendo múltiplos processos de sedução que valorizam sempre o livro com uma misteriosa riqueza espiritual partilhável, positiva em todas as suas vertentes.”
Conhecedor e consciente desta situação, entendo como dramático, a falta de sensibilidade e o total desinvestimento nesta área por parte dos decisores políticos. Continuamos a constatar que grande parte dos açorianos nunca usufruíram do prazer da leitura, nunca tocaram, ou folhearam um livro novo que se dispõe a ser lido e a retribuir generosamente o fascínio ao seu leitor.
Para a sua concretização, torna-se fundamental criar hábitos de leitura. Quer fazendo chegar o livro a todos os lugares onde residem os seus potencias leitores, quer desenvolvendo múltiplos processos de sedução que valorizam sempre o livro com uma misteriosa riqueza espiritual partilhável, positiva em todas as suas vertentes.”
in Manifesto pela Leitura,
José
Carlos Frias, Correio dos Açores, 29 de Ouaubro de
2023.
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