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| Apresentação do novo álbum de André Rosinha Raiz, 2025 Dia 29 de Março, às 18h00, na Blackbox Ribeira Grande |
segunda-feira, 24 de março de 2025
10 Anos de ARQUIPÉLAGO
domingo, 23 de março de 2025
O Limite de Elio Pecora
é a norma comum: o dom extremo e a saída,
A quem galgou o limiar não é dado voltar:
talvez tão só no sonho diga palavras soltas
demasiado parecidas com estas dos nossos percursos.
E seguimos absortos, às vezes surpresos,
cada espera é um jogo,
cada dúvida o encalhar de uma deriva,
e damos números aos dias,
pés aos desejos,
confins ao vaguear
-desprovidos de mapas, desconhecendo o porto.
sábado, 22 de março de 2025
...
atravessei a Primavera
com os olhos fechados
Jorge Sousa Braga, in O Poeta Nu (Poesia Reunida) Assírio&Alvim,2007
No Meu País de Sebastião Alba
dardejado de sol e da caca dos gaios
só há estâncias
(de veraneio) na poesia
Nossos lábios
a um metro e setenta e tal
do chão amarelecido
dos símbolos
abrem para fora
por dois gomos de frio
Nossos lábios outonais, digo,
outonais doze meses
No entanto
à flor do possível
geografia
um frémito cinde
as estações do ano
A Constante Cosmológica do Amor
o olho múltiplo da mosca pousado nas tripas
do soldado escentrado por uma mina
a estrada que saindo de Azambuja passa em Vale do Paraíso
a fome do leão no pescoço da gazela
um berçário de estrelas na nebulosa de Andrómeda
as juras dos namorados numa ponte de Paris
o poema quase perfeito que escrevi num dia de sol
-tudo o que existe pelo amor de existir
e une fenómenos com cauda de cometa
é da ordem dos segredos e pertence à classe do silêncio
Artistas na Fábrica
Tereza Arriaga, 2005
in "Artistas na Fábrica", exposição patente no M(i)mo – Museu da Imagem em Movimento, em Leiria, aberta ao público até ao final de Junho deste ano.
*Elas estão presentes aqui e agora
"Trabalho": Dá prioridade a uma iconografia feminina marcada pela expressão do esforço ou pelo desgaste que tal esforço produz: este núcleo não esconde a relação da mulher com a maternidade, incluindo ainda o raro registo das vítimas do trabalho infantil que Tereza Arriaga (1915-2013) desenvolveu na Marinha Grande em 1945, com retratos dos meninos operários da indústria vidreira."
in"Onde Estão Elas? - Mulheres Artistas no Museu do Neorealismo", *artigo de José Luís Porfírio, Revista Expresso, dia 21 de Março de 2024.
domingo, 16 de março de 2025
sábado, 15 de março de 2025
Um de Paulo Ramalho
de viver
até morrer
porque
nunca mais existirá
um outro eu
com tanto
que fazer.
in Órbitas Elípticas em Torno do Silêncio, Letras Lavadas, 2024.
É daqui a pouco...em Lisboa!
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| Auto Ajuda de Alberto Ai Lançamento no espaço O Limbo Lisboa (16h30) |


