O céu, a terra, o vento sossegado...
As ondas, que se estendem pela areia...
Os peixes, que no mar o sono enfreia...
O nocturno silêncio repousado...
O pescador Aónio, que, deitado
onde co vento a água se meneia,
que não pode ser mais que nomeado.
Luís Vaz de Camões, in Lírica de Camões - Antologia, Expresso, Janeiro de 2026.