terça-feira, 27 de janeiro de 2026

O Céu, a Terra, o Vento Sossegado...

O céu, a terra, o vento sossegado...
As ondas, que se estendem pela areia...
Os peixes, que no mar o sono enfreia...
O nocturno silêncio repousado...

O pescador Aónio, que, deitado
onde co vento a água se meneia,
que não pode ser mais que nomeado. 

Luís Vaz de Camões, in Lírica de Camões - Antologia, Expresso, Janeiro de 2026.

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