domingo, 30 de junho de 2013
Vinho Lilás
sábado, 29 de junho de 2013
Luis Brum a "muralizar"
A exposição inicial de Luís Brum deu-se na ilha Terceira em 2011 no Foyer do Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo apelidada de “Antropomorfismo Urbano”. No final do mês de Maio deste ano o Instituto Açoriano de Cultura encetou na sua galeria (Alto das Covas) uma mostra de desenhos de Luís Brum cognominada «A propósito de Natália…Entre linhas e letras» e que continuará aberta ao público até final de Julho. O desenhador também tem neste momento três obras na exposição do colectivo Re-function no Museu de Angra do Heroísmo.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Viver numa Ilha
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| Ilustração de Pedro Valim |
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Tempo
terça-feira, 25 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
Ontem escrito numa parede da cidade
sábado, 22 de junho de 2013
Era uma vez na América
sexta-feira, 21 de junho de 2013
A verdadeira mudança
Energia e Ética
quinta-feira, 20 de junho de 2013
"As Ilhas Desconhecidas" com fotografia.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Tempo de duração
terça-feira, 18 de junho de 2013
Phillipa Cardoso: um pouco de arte por dia…no Auditório do Ramo Grande.
| Lilac Isle de Phillipa Cardoso |
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Rente
sexta-feira, 14 de junho de 2013
"Ok, essa é a sua opinião"
A Indiferença
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Falhar
quarta-feira, 12 de junho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
A beleza e a perfeição
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Girassóis
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| Fotografia de Tiago Rodrigues |
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Banana do Pico no “Amostram´isse” de Angra do Heroísmo
Banana do Pico
é um documento fílmico iniciático, porventura um trabalho cinematográfico de
fim de curso, mas nem por isso deixa de ser um objecto valioso, confirmando-se
assim o reconhecimento e os prémios obtidos pelos festivais por onde tem
passado. Desta forma, só há que louvar esta belíssima mostra de cinema açoriano
intitulada “Amostram´isse”, prenúncio de dinamismo e alavanca exibicional há
muito necessária desta pequena mas vital cinematografia produzida em solo
açoriano e que merece uma divulgação condizente. Angra do Heroísmo foi, já que
termina hoje à noite, a primeira a abrir as “hostilidades”…seguem-se Horta,
Ponta Delgada e Lisboa.
O que fazer
depois do curso de cinema terminado? Deve ter sido esta a pergunta que o realizador
de cinema Luís Bicudo, natural da Ilha do Faial, deve ter feito num país em que
ser cineasta pode bem ser uma miragem, um sonho adiado ou uma batalha infinita
pela obtenção de boas condições (financeiras, e não só!) para filmar e seguir
adiante nessa profissão e labor da sétima arte. Daí este retorno às origens
para filmar a casa dos avós, a ilha das suas férias estivais, as lembranças e
memórias de infância e adolescência ali passadas ou ainda o reencontro com o
bananal que serviu de espaço para brincadeiras e peripécias. “Banana do Pico” é,
portanto, um objecto nostálgico mas tem a vitalidade de fazer perguntas
certeiras e acutilantes num momento preciso, agora que já passaram três anos (o
documentário é de 2010). O que Luís Bicudo nos mostra neste documentário até à
exaustão é que pode existir um regresso doce às raízes, à infância e aos
afectos vividos em Santa Cruz das Ribeiras, Ilha do Pico. O que depois fazer
com a permanência parece ser a grande dificuldade dos que voltam aos lugares
aonde foram felizes, já dizia Cesare Pavese, escritor italiano. Será que
devemos continuar aquilo que outros começaram? Este documento levanta,
portanto, questões muito sérias sobre os jovens açorianos que partem com o fito
de melhorar a sua formação e um dia “decidem” voltar àquilo a que muitos
apelidam de “terrinha”. Poderão eles trabalhar naquilo em que mais gostam
nestas suas ilhas de nascimento? Poderão trabalhar a terra e produzir filmes
numa ilha no meio do atlântico? O jovem cineasta empreendeu assim uma viagem às
raízes para atestar a sua posição enquanto cidadão açoriano e atestar também a
validade da sua cidadania num mundo que se globalizou pela negativa e em que o
consumo e a distribuição de bananas à escala planetária não é alheia. Estes
vinte e seis minutos são um importante documento de reflexão sobre o que são ou
poderão vir a ser as Ilhas dos Açores muito em breve, isto é, serão lugares de
esperança e estímulos para os que regressam ou o abandono e desespero total
para os que ficam? O mesmo acontece com Santa Cruz das Ribeiras, a freguesia
picarota que agora já não é o mesmo lugar, pois foi filmada com alma e coração
de ilhéu, deixando de ser só o ponto de onde partem bananas para todo o
arquipélago açoriano e antigo poiso de baleeiros mas também o sítio escolhido
para filmar uma memória, uma passagem, uma vida e habitat açoriano a que muita
gente quis ver, assistir e…sentir.
Por fim, lembre-se a abertura do
filme quando o avó do realizador, Francisco Soares da Silva, disfere um rude golpe
de asa à juventude actual: “Se eles não
quiserem trabalhar hão-de comer amoras, de silvado.” Há nestas palavras um
pessimismo quanto ao futuro, um lado lunar que se nos cola ao corpo lusitano e
à fatalidade do destino, como se alguém com muita, muita experiência, nos
viesse dizer que tanto as bananas bem como o cinema necessitam de toda a nossa
dedicação, empenho e, porque não expressá-la, da nossa infinita devoção.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Crescimento Económico
terça-feira, 4 de junho de 2013
J.P. Simões apresentou “ROMA” no Alpendre
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| Capa de João Lázaro |




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